15/09/16 - China e Índia são os maiores mercados de internet do mundo

 

As duas nações asiáticas estão, respetivamente, em primeiro e em segundo na lista dos maiores mercados de internet do mundo. No entanto, estes dois países são também parte de um grupo de seis que representam mais de metade da população mundial total que ainda não utiliza a Grande Rede.

 

Um estudo comissionado pelas Nações Unidas revela que este ano a Índia conseguiu ultrapassar os Estados Unidos enquanto segundo país com maior número de utilizadores de internet, alcançando os 333 milhões. Nesta categoria, a medalha de ouro vai para a China, registando 721 milhões de utilizadores.

 

No entanto, é de notar que tanto a população chinesa como a indiana representam um quinhão significativo do total mundial de pessoas que ainda não utilizam a internet. A par da Índia e da China, a Indonésia, o Paquistão, o Bangladesh e a Nigéria representam 55% da totalidade da população mundial que não está ligada à internet. Criada pela UNESCO e pela União Internacional de Telecomunicações, a Comissão de Banda Larga estima que cerca de 3,9 mil milhões de pessoas em todo o mundo não utilizam internet.

 

O relatório mostra que apesar de nos países mais ricos o acesso à internet ser já algo banal e extremamente disseminado, nos países mais pobres o caso muda de figura. Uma série de falhas impossibilita um desenvolvimento adequado e atempado das infraestruturas dos países mais pobres, face aos outros.

 

Para além de ter superado os EUA no pódio dos maiores mercados de internet, a Índia também conseguiu, este ano, “passar por cima” da nação norte-americana no quadro dos maiores mercados de smartphones, conquistando o segundo lugar com cerca de 260 milhões de subscrições de banda larga móvel. Em ambos os segmentos, a Índia só perde o primeiro lugar para a China.

 

O secretário-geral da União Internacional das Telecomunicações, Houlin Zhao, acredita que a banda larga é um catalisador “do crescimento económico, da inclusão social e da proteção ambiental”.

 

Por seu lado, Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, salienta que a banda larga tem o potencial para ser um forte motor do desenvolvimento, mas apenas se forem feitos os investimentos necessários, nomeadamente ao nível dos acessos e das competências e educação das populações.

 

As estimativas apontam que 3,5 mil milhões de pessoas vão estar ligadas à internet até ao final do ano, face aos 3,2 mil milhões de pessoas registadas em 2015.

 

Outros dados mostram que a Coreia do Sul lidera o grupo de países com as maiores taxas de penetração de internet em casa, seguida pelo Qatar e pelos EUA.

 

 

fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/china_e_india_sao_os_maiores_mercados_de_internet_do_mundo-48905bbs.html

 

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